Como lidar com a birra da criança

desenho criança chorando

A birra, é um comportamento que aparece repentinamente. Quando você se dá conta, aquele bebê que parecia tão quieto e tranquilo alguns meses atrás, passa a gritar e se jogar no chão com frequência. Lidar com esta fase não é simples, porém, há algumas estratégias para amenizar o problema. Confira algumas dicas:

Como contornar os ataques?

Não há uma técnica específica. Depende muito da idade da criança e do contexto. A primeira interpretação que deve ser feita, é: seu filho realmente está exagerando ou está apenas com fome ou sono? Em muitos casos, a situação pode ser controlada simplesmente oferecendo um lugar tranquilo para dormirem, ou alimentando-os.

- Se o pequeno estiver em um local perigoso, retire-o de lá, independente do escândalo que ele possa fazer.

- Mantenha a calma, não grite. Além da criança ficar mais estressada, não vai resolver.

- Jamais bata nele

- Desvie o foco da criança. Em momentos de nervosismo é melhor evitar conversar muito. E quando ela se acalmar, dê-lhe um abraço para mostrar que está tudo bem.

Organize uma rotina

Definir uma rotina para elas é essencial, além de trazer segurança também é um sinal de afeto.

É importante ajustar-se e estabelecer regras, ensinar o certo e o errado, programar horários, delegar tarefas, etc. Parte do processo, implica também em certificar-se de que tudo está sendo cumprido.

Valorize o “não”

Crianças dificilmente contrariadas, tendem a se tornar adultos irritados, agressivos e até infelizes. Afinal, o mundo não dará sempre o “sim” para elas. É importante discipliná-las desde cedo, isso ajuda a trabalhar com suas emoções e a amadurecê-las.

Castigar também faz parte

Existe uma idade para aplicar o castigo. Crianças menores de 2 anos, por exemplo, não têm maturidade para entender que fizeram uma coisa errada, então não há muita lógica em puni-las. Quando são maiores, vale excluir algo importante para elas, como a televisão. Os castigos são fundamentais, sem eles, as crianças ficam desorientadas.

A violência não é o caminho. É preciso pensar em algo criativo, para que os pequenos entendam a relação do que fizeram e a consequência que isso lhes causou.