Daniel Boaventura - Momento pleno como pai

Daniel Boaventura não para. Ator contratado da Rede Globo, ele está sempre no elenco das novelas e séries da emissora. Recentemente, retornou ao elenco de “Tapas e Beijos”, ao lado de Andréa Beltrão e Fernanda Torres, trabalho no qual se diverte mais do que qualquer outra coisa!

Além de atuar, Boaventura também é cantor. No momento, ele percorre o Brasil com a turnê de seu DVD “Daniel Boaventura ao Vivo” e deve fazer shows até o final do ano. E tem mais: o artista mostrou mais uma faceta como participante da “Dança dos Famosos”, do “Domingão do Faustão”. “Uma das coisas mais difíceis que já fiz na vida”, assume e diz não ter muito gingado.

Em meio a todas essas “funções”, Boaventura ainda consegue ter tempo de fazer o que mais gosta: ser pai! Com duas filhas, Isabel, de 4 anos, e Joana, de 10 – de seu casamento de nove anos com a advogada Juliana Serbeto, com quem terminou em setembro de 2010 –, Boaventura se desdobra para sempre que possível estar com elas. “Estou em um momento pleno como pai”, declara.

A Alô Bebê se encontrou com o ator e cantor após ele se apresentar pela primeira vez
no Credicard Hall, em São Paulo, e conversou sobre carreira e paternidade. Confira:

Alô Bebê: Como você se definiria no papel de pai?

Daniel Boaventura: Diria que sou muito dedicado, mas estou sempre tentando aprender.
Amo as minhas filhas loucamente, faço tudo por elas, ou pelo menos todo o possível, dentro dessa minha vida louca, cheia de trabalho.

Alô Bebê: Geralmente, os pais de meninas são ciumentos. Você é?

D.B.: Um pouquinho. Mas estou trabalhando melhor isso (risos). Que bom que eu sou um pai de 43 anos, portanto, mais tranquilo. Acho que, se eu fosse mais novo, seria mais ciumento. Claro que tenho o ciúme de pai normal, possessividade, mas hoje em dia é de
uma maneira positiva, tranquila.

Alô Bebê: Quais os principais valores que seus pais te passaram e que você faz questão de repassar às suas filhas?

D.B.: Trabalhar bastante, não passar por cima de ninguém, galgar o seu caminho no seu ritmo e primar pela excelência. Tentar ser o melhor possível que você possa ser. E só querer o bem para as pessoas. Meus pais me passam isso até hoje, são meus ídolos.

Alô Bebê: E você diria que é o ídolo das suas filhas também?

D.B.: Acho que sim (risos). Mas é uma coisa gostosa. Estou num momento muito pleno de pai, muito feliz em vê-las crescendo, se tornando meninas maravilhosas, inteligentes, livres e cada uma com sua personalidade. Isso me deixa feliz e orgulhoso.

Alô Bebê: Quais programas costuma fazer junto com as suas filhas?

D.B.: Gostamos muito de passear, ficar em casa vendo um filme no sofá, desenhar, essas coisas simples.

Alô Bebê: E, no Dia dos Pais, fazem algo especial?

D.B.: A gente sempre sai para almoçar, e elas podem comer o que quiserem. E de sobremesa tem sempre sorvete, muito sorvete.


Alô Bebê: Suas filhas já te viram no palco? O que elas acham quando o veem na televisão?

D.B.: Elas gostam, me chamam de papai maluco (risos). Sobre a “Dança dos Famosos” elas ainda não comentaram.

Alô Bebê: Falando agora de sua carreira como cantor, como foi se apresentar pela primeira vez no Credicard Hall e encontrar a casa com lotação esgotada?

D.B.: Foi uma experiência sublime. O impacto quando entrei no palco poucas vezes senti na vida. É sempre um choque positivo. E a receptividade foi maravilhosa. As pessoas cantando as músicas e dançando no final. Não tenho palavras. Foi muito especial.

Alô Bebê: Até quando vai ficar com essa turnê?

D.B.: Viajo pelo Brasil até o final do ano, por enquanto.

Alô Bebê: Você foi um dos participantes da “Dança dos Famosos”. Como é essa experiência?

D.B.: Bem difícil. Muito trabalho, é árduo. Talvez seja uma das coisas mais difíceis que já fiz na vida. Na hora de apresentar o nervosismo é absurdo, a gente fica com a boca seca. Mas, quando consegue galgar mais uma etapa, a sensação é de dever cumprido e vitória. É uma experiência fora de série.

Alô Bebê: Mas você sempre atuou em muitos musicais. Isso não o ajudou com a dança?

D.B.: Eu trabalho com musicais, mas a dança não é meu forte. Eu ensaio uma coreografia para um espetáculo como quem ensaia uma cena, é diferente. E na “Dança”, não. Lá você tem que dançar mesmo. E a competição é perrengue, é outro esquema (risos).

Alô Bebê: Você está de volta na série “Tapas e Beijos”. Como é para você?

D.B.: É a volta do PC. Me chamaram de volta porque acho que gostam de mim. É fantástico fazer a série. Posso dizer que só tive presentes em 2013. No teatro, no musical “A Família Addams” [que encerrou temporada em abril deste ano, com sucesso de público no Rio de Janeiro e em São Paulo], minha parceira era a Marisa Orth; na televisão, em “Guerra dos Sexos”, minhas irmãs eram Drica Moraes e Glória Pires; em “Tapas e Beijos” atuo ao lado de Fernanda Torres e Andréa Beltrão; e no cinema estou com Danielle Winits e Heloísa Perissé no longa “Odeio o Dia dos Namorados”. Posso dizer que estou bem! (risos)